Como escolher o seu crédito à habitação
A primeira regra para fazer uma boa escolha passa por fazer simulações em vários bancos. Não apenas pela internet (onde nem sempre os simuladores têm em conta todas as variáveis) mas aos balcões. Talvez valha a pena perder alguns minutos a mais do seu tempo agora, afinal esta dívida vai acompanhá-lo nos próximos 30 ou 40 anos.
Por exemplo, num empréstimo de 150 mil euros a 30 anos, a diferença entre ter um ‘spread’ de 1% ou de 1,5% ascende a mais de 13.500 euros só em juros. E, quanto maior o tempo do empréstimo, mais essa diferença se acentua.
Portanto aproveite a concorrência de um mercado onde pode pedir simulações em mais de 10 bancos e consiga o melhor spread que tiverem para lhe oferecer. Actualmente, o melhor ‘spread’ que pode conseguir no mercado é de 0,35% – com subscrição de produtos – enquanto o ‘spread’ mais caro chega aos 3,8%. Uma diferença considerável.
Se optar por susbcrever produtos, o que geralmente permite uma redução no spread entre os 0,3% e os 0,5%, não se esqueça que deverá comparar as várias ofertas tendo em conta a TAER (Taxa Anual Efectiva Revista). Esta taxa foi criada em 2009 precisamente para permitir comparar os custos totais de um crédito à habitação incluindo os custos que terá com a subscrição de produtos.
Foto | pnwra
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